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Sobre a baixa imunidade

Se sintomas de gripe, como febre e falta de disposição, se repetem muito em sua vida, fique alerta. Doenças que não se curam em definitivo, que reincidem mesmo após um tratamento receitado por médico... Quem sabe não estaria na hora de analisar como anda sua imunidade? É bom ficar esperto, pois uma baixa no sistema imunológico pode abrir as portas do seu organismo para uma série de doenças, alergias e infecções.

Entre as células do sistema imunológico estão os glóbulos brancos, também chamados de leucócitos, que têm a função de combater agentes causadores de doenças, capturando os microorgamismos estranhos ao organismo. São elas, também, que produzem anticorpos contra doenças. No entanto, alguns fatores podem diminuir a quantidade dessas células de defesa no sangue, nos deixando mais desprotegidos.

As causas da baixa imunidade podem ser várias. Destacamos aqui as principais:
- Doenças Infecciosas: HIV, febre amarela, dengue, etc.
- Distúrbios Nutricionais: Falta de macro ou micronutrientes como vitaminas, sais minerais e aminoácidos.
- Doenças linfoproliferativas: doenças do sangue, como leucemias ou linfomas.
- Distúrbios hormonais: excesso ou ausência de cortisol ou cortisona.
- Doenças Reumatológicas: lúpus, artrite reumatóide, etc.
- Uso de Medicamentos: uso de glicocorticóides ou cortisona em altas doses e por longo tempo, além de outros medicamentos como sais de ouro, Metrotrexate, etc.
- Alergias: no caso específico das Alergias, existe um desbalanço da imunidade e não baixa – significa que o sistema imunológico está redirecionado a reagir com substâncias as quais está desenvolvendo alergias, deixando de agir contra certas infecções oportunistas e outras.
- Distúrbios do sono: a falta de sono de qualidade pode baixar a imunidade.

Além destas causas, também o stress e uma alimentação incorreta podem acarretar a baixa de imunidade. Estas são, aliás, algumas das mais comuns e corriqueiras causadoras da baixa do sistema imunológico, devido às características do cotidiano moderno.

Por isso vale dar uma boa analisada no seu estilo de vida e na sua alimentação. Com anda o seu dia a dia? Você tem se alimentado corretamente? Qualidade de vida está diretamente ligada à qualidade do que se coloca no prato, sabia? Além disso, gordura demais ou de menos no corpo são elementos que influenciam de forma definitiva na questão da imunidade.
Está comprovado que consumir legumes, frutas e verduras regularmente, além de grãos e peixes, faz um bem enorme à imunidade. Açúcares e doces em excesso reduzem a atividade do sistema imunológico em até 5 horas após sua ingestão. Pães, massas e arroz branco devem ser substituídos por suas versões integrais.

As vitaminas são, sem dúvida, grandes aliadas no combate à baixa imunidade. A vitamina A, por exemplo, fortalece a resposta imunológica, principalmente em se tratando de viroses infantis. A vitamina C possui efeito estimulador sobre os glóbulos brancos (leucócitos). A vitamina E aumenta a imunidade principalmente nos idosos, enquanto o complexo B aumenta a quantidade e a atividade dos anticorpos.

Mas nada de sair correndo para a farmácia a comprar vitaminas! Deve-se primeiro buscar a ajuda de um médico. Pode ser um clínico geral, um infectologista, um homeopata. Não importa a linha, o importante é que você não se aventure a resolver um assunto tão sério como este por conta própria.

Atenção aos idosos


Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2050 29% da população brasileira terá mais de 60 anos.
Estas pessoas demandarão novos serviços e produtos, especialmente na área de saúde. Por isso, cresce o número de centros e abrigos de longa permanência no País, especialmente na área pública.

De acordo com a especialista em Arquitetura de Sistemas de Saúde, Fernanda Moura Medrado Santos, na monografia “Centros Integrados de Cuidado ao Idoso: Arquitetura e Humanização”, algumas doenças que afetam mais aos idosos devem ser levadas em conta na definição da estrutura física dos ambientes:
  • Sistema Nervoso Central – Demências, Doenças neurológicas, Padrões de sono, Delírios, Depressões;
  • Aparelho Locomotor - Limitações físicas incapacitantes, Artropatias, Imobilidade, Instabilidade postural / quedas, Reumatismos;
  • Sistema Cardiovascular - Arteriosclerose, Hipertensão, Cardiopatias;
  • Sistema Respiratório - Afecções pulmonares;
  • Sistema Urinário - Perturbações renais
Os centros também devem ter como referência as diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa:
  • Promoção do envelhecimento ativo e saudável;
  • Atenção integral, integrada à saúde da pessoa idosa;
  • Estímulo às ações intersetoriais, visando à integralidade da atenção;
  • Provimento de recursos capazes de assegurar qualidade da atenção à saúde da pessoa idosa;
  • Estímulo à participação e fortalecimento do controle social;
  • Formação e educação permanente dos profissionais de saúde do SUS na área de saúde da pessoa idosa;
  • Divulgação e informação sobre a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS;
  • Promoção de cooperação nacional e internacional das experiências na atenção à saúde da pessoa idosa; e
  • Apoio ao desenvolvimento de estudos e pesquisas.
Segundo a autora, idealmente, as unidades devem ter:
  • Dormitórios, para no máximo 4 pessoas, separados por sexos e dotados de banheiros;
  • Áreas para desenvolvimento de atividades voltadas aos residentes e usuários: sala de convivência, sala de atividades coletivas para no máximo 15 usuários, sala de atividades físicas, hidroginástica, salas de aulas entre outras;
  • Sala de atividades de apoio individual e sócio-familiar;
  • Banheiros coletivos, separados por sexo, com no mínimo um box adaptado para acesso de cadeira de rodas;
  • Espaço ecumênico e ou para meditação;
  • Sala administrativa;
  • Sala de reuniões;
  • Refeitório com área mínima de 1 m² por usuário, acrescido do local para guarda de lanches, e lavatórios para higienização das mãos;
  • Cozinha com despensa;
  • Lavanderia;
  • Local de guarda de roupas de uso coletivo;
  • Local de guarda de materiais de limpeza;
  • Almoxarifado indiferenciado;
  • Vestiário e banheiro para funcionários
  • Abrigo de resíduos externo a edificação;
  • Área externa descoberta para convivência e desenvolvimento de atividades ao ar livre, com jardim e bancos para integração;
  • Utilização de rampas, corrimãos, pisos adequados.
Fernanda também recomenda o plantio de hortas e jardins como atividade ocupacional e de integração, uso de materiais que reduzam ruídos, especialmente nos dormitórios, controles para interfone, luz, telefone, televisão e rádio de fácil alcance e manuseio para o paciente e iluminação adequada, considerando-se que um idoso necessita de três vezes mais luz do que um jovem para realizar suas atividades diárias.

Simples e eficaz

50% das infecções hospitalares reduzidas após implantação do sistema de higienização das mãos.
Há 15 anos a Organização Mundial de Saúde implantou um sistema de higienização em um hospital de Genebra, na Suiça, na tentativa de reduzir a taxa de infecção hospitalar. O resultado é uma cobertura segura de 87% da população mundial através da prática e cultura da implantação do álcool em gel em lugares estratégicos de contato entre o paciente e o prestador de serviço.

A OMS registrou em sua base de dados no último dia 4 de maio a aderência do sistema em mais de 13 mil hospitais espalhados pelo mundo. "Nossa meta era alcançar nesse período ao menos 10 mil hospitais e o que constatamos é uma aderência que se estende a mais de três milhões de leitos", conta o membro do Conselho Diretor da OMS, Didier Pittet.

A superação da meta estimada para maio de 2010 se deve as campanhas lançadas pela própria organização como, por exemplo, a "parede falante" - lembretes sobre a importância da lavagem das mãos foram espalhados pelas paredes dos hospitais como meta de conscientização dos profissionais da saúde.

Para Pittet, o monitoramento da higienização também é uma das estratégias da OMS. "Por meio de acompanhamento das infecções hospitalares depois das práticas adotadas pelas instituições chegamos a uma redução de 50%. Além disso, oito anos após lançarmos esse sistema nós calculamos o custo x eficácia da implantação do álcool em gel nas unidades de saúde e provamos facilmente a nível nacional na Inglaterra que a redução de infecções existe, sim", completa o executivo ao informar que cerca de 1,4 milhão de pacientes no mundo estão adquirindo infecções hospitalares.

Depois de comprovar a eficácia do sistema de higienização das mãos para uma cultura de segurança nas unidades de saúde, a OMS criou diretrizes oficiais para serem seguidas por todos os hospitais. "Conseguimos que 135 países aderissem a essa adoção universal", confirma Pittet.
(fonte: Saúde Business Web – artigo de Thaia Duó)

Novo Código de Ética Médica





Selecionamos aqui os principais destaques do Novo Código de Ética Médica, que passou a vigorar a partir de hoje. Confira:




1) Nos casos de pacientes terminais, a novidade é que agora os médicos terão que respeitar a decisão daquele doente que não quiser prolongar a própria vida quando não houver cura possível. Mais humanidade e dignidade: é respeito à vida e à morte.

2) Testamento vital. Qualquer pessoa poderá registrar em cartório quem poderá decidir sobre questões de sua saúde e de sua vida, caso esteja inconsciente. O futuro paciente poderá registrar quais procedimentos autoriza.

3) Os médicos terão que declarar conflito de interesse quando convidados a fazer propaganda de medicamentos. E, na reprodução assistida, o médico não poderá escolher o sexo do bebê. As penas vão da advertência à abertura de processo para cassação do registro profissional.

Proibida liberação de prontuário de paciente falecido

De acordo com o parecer do Conselho Federal de Medicina nº 6/10 o prontuário médico de pacientes falecidos não poderá ser liberado diretamente aos parentes. A ação reafirma que o direito ao sigilo tem efeitos projetos para além da morte. O parecer estabelece que o prontuário seja liberado por meio de decisão judicial ou requisição dos Conselhos de Medicina.
O conselheiro Carlos Vital, 1º vice-presidente do CFM, argumentou que se trata de um parecer dos direitos relacionados a personalidade humana, reconhecidos pelos ordenamentos jurídicos, constituindo direitos inatos.
(via Saúde Business Web)

Calendário de Vacinação H1N1 - segunda etapa

Hoje dia 22 de março começou a segunda etapa do calendário oficial de vacinação da H1N1 (a gripe suína). Como acreditamos que informação nunca é demais, vamos divulgar aqui a sequência do calendário. Veja com atenção se você pertence a algum dos grupos abaixo descritos; se sim, cuide de fazer sua vacina.

22 de março a 2 de abril - Gestantes - Mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio.

22 de março a 2 de abril - Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:
• Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

22 de março a 2 de abril - Crianças entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses). Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.

5 a 23 de abril - População de 20 a 29 anos - Qualquer pessoa nessa faixa etária.

24 de abril a 7 de maio - Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). O período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A (H1N1) caso tenham algum destes problemas:
• Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

10 a 21 de maio - População de 30 a 39 anos - Qualquer pessoa nessa faixa etária.

Mais vida na rede


O Veia Social é o tipo de projeto que sentimos muito prazer em divulgar. A Internet ganhou nesta semana uma rede social que vai unir doadores e receptores de sangue em todo Brasil. O projeto, chamado Veia Social, não tem fins lucrativos e foi desenvolvido com o objetivo de conscientizar sobre a doação e facilitar mobilizações para quem precisa de uma transfusão. O Veia Social tem as mesmas funcionalidades das redes sociais mais famosas, como Orkut e Facebook. Nele, o usuário vai poder criar um perfil, fazer amigos, escrever depoimentos e administrar comunidades. A página ainda conta com uma área na qual qualquer pessoa poderá fazer pedidos de doação, informando o local, tipo de sangue que precisa e os dados necessários para que os voluntários possam ajudar. Para atrair mais participantes, os administradores da rede pretendem fazer eventos e doações em massa. "Esperamos atingir muitas pessoas pelo Brasil inteiro e criar um dia a cada três meses de mobilização nacional. E ir trabalhando para aumentar o número de doadores", afirma Lula Ribeiro, um dos criadores da rede. Quem quiser conhecer e se cadastrar na rede é só acessar o site em www.veiasocial.com.br.

Data histórica

Nossa querida coordenadora de atendimento, Janaina Gadelha, enviou a todos da empresa um pequeno texto com a história do nascimento da data de hoje. Aproveitando a iniciativa tão valorosa, nossa homenagem ao Dia Internacional da Mulher se dará compartilhando este texto, que trata-se de um relato resumido do fato trágico e histórico que originou a data.

Com certeza muitos de vocês que estão nos lendo agora já conhecem esta história, mas nunca é demais relembrarmos algumas das inúmeras conquistas e das dolorosas superações por que passaram as mulheres até chegarem à liberdade e força que têm hoje.

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas a um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres.

Aproveitamos para deixar registrado aqui toda nossa admiração e a mais sincera homenagem: FELIZ DIA DA MULHER!

Efeito nocebo

A título de curiosidade, aqui entre nós, você já tinha ouvido falar em “efeito nocebo”? Agora, em “efeito placebo” sim, certo? Pois é. Como muitos já sabem, o “efeito placebo” é a propriedade de um fármaco sem princípio ativo trazer benefícios terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos causados no paciente, por acreditar que está sendo realmente tratado. Já o "efeito nocebo" é justamente o contrário. Ou seja, é quando o paciente acredita que o fármaco vai causar algum efeito danoso, ao invés de benéfico. Nesse caso, o paciente relata eventos adversos causados pela simples sugestão de que o que está tomando pode causar algum mal ou desconforto.

Veja só que interessante o que a mente humana é capaz de produzir. Os pesquisadores Schweiger e Parducci fizeram um estudo com um grupo de 34 estudantes universitários. Disseram a eles que uma corrente elétrica estava atravessando o seu cérebro. Na realidade, a corrente elétrica não existia, mas cerca de dois terços deles queixaram-se de dores de cabeça mais ou menos intensas. Outros estudiosos californianos chegaram ao mesmo resultado, submetendo estudantes a dois estímulos absolutamente idênticos, porém apresentados um como inofensivo e outro como potencialmente nocivo e doloroso. Os estudantes sentiram dor exatamente durante o estímulo apresentado como tal.

Cupons de descontos: médicos beneficiam pacientes ou laboratórios?

A Resolução CFM (Conselho Federal de medicina) de número 1.939/2010 diz claramente:


“É vedado ao médico participar, direta ou indiretamente, de qualquer espécie de promoção relacionada com o fornecimento de cupons ou cartões de descontos aos pacientes, para a aquisição de medicamentos.”

Apesar das várias justificativas que o CFM apresentou para a mesma, a resolução já está virando motivo de controvérsia entre os médicos brasileiros.

Uma delas é que, ao exercer a medicina, os profissionais estão proibidos de tirar quaisquer vantagens sobre a comercialização de medicamentos. Também não podem interagir com farmácias, óticas ou outras empresas do segmento.

No entanto, muitos profissionais de medicina costumam ver os cupons de desconto como uma ajuda ao paciente, beneficiando aqueles que precisam comprar muitos medicamentos caros.

Com o preço dos medicamentos atualmente, não há dúvida que este tema ainda dará muito o que falar. O que você acha? Deixe sua opinião nas enquetes ao lado. Atenção: uma delas é para médicos, outra não.

(Veja aqui a resolução do CFM na íntegra.)

Nosso anúncio

O anúncio institucional da Biogênesis foi publicado no caderno especial Cirurgia Plástica, do Jornal O Povo, no dia 11 de fevereiro de 2010. Para quem não teve a chance de ver o caderno, eis o link. E, para quem gostaria apenas de ver como ficou o nosso belo anúncio de página, segue abaixo.

Uma boa notícia: 3 em cada 4 estudantes de medicina confiam na integração das terapias


Foi a maior pesquisa sobre MCA (Medicina Complementar e Alternativa) feita até hoje em todo o mundo. Os cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisaram sobre a confiança que os estudantes de medicina têm em relação à Medicina Complementar e à Medicina Alternativa. E descobriram que três em cada quatro estudantes de medicina acreditam que a medicina ocidental tradicional pode se beneficiar com a integração das terapias e das práticas das medicinas complementar e alternativa. E que isto não é um fenômeno local, muito pelo contrário.
"A integração das MCA nos cuidados da saúde é hoje um fenômeno global, com os tomadores de decisões políticas de mais alto nível endossando a importância de uma forma historicamente marginalizada de cuidar da saúde."
(Dr. Ryan Abbott, um dos autores do estudo).
A MCA, Medicina Complementar e Alternativa, inclui terapias como massagens, ioga, acupuntura, fitoterapia e várias outras, muitas herdadas da tradição oriental. É caracterizada por uma abordagem holística e individualizada no atendimento ao paciente.
Nós, da Biogênesis, acreditamos na ampla capacidade do ser humano. Por isso, também confiamos na integração das terapias, na integração do tradicional e do alternativo, na integração de ocidente e oriente. Enfim, nós acreditamos em uma integração saudável entre todos os seres viventes.
(Fonte: Diário da Saúde – Imagem: olx.pt)

Artigos Científicos - Top 10 de 2009

Confira os dez melhores artigos científicos do ano que passou, segundo o portal Medicina|NET. Visite o site para ler os artigos completos.


Beta-bloqueador e estatina no perioperatório de pacientes com risco intermediário
Rodrigo Diaz Olmos

Consumo de sal ao redor do mundo (Livre)
Euclides F. de A. Cavalcanti
Rodrigo Diaz Olmos

Testes diagnósticos na avaliação de síncope em idosos
Euclides F. de A. Cavalcanti

Tratamento precoce dos ataques isquêmicos transitórios (Estudo EXPRESS) (Livre)
Rodrigo Diaz Olmos

Inibidores de bomba de prótons e pneumonia hospitalar
Euclides F. de A. Cavalcanti

Lombalgia - estudo rotineiro de imagem não melhora o prognóstico (Livre)
Rodrigo Diaz Olmos

Estatinas para a prevenção primária
Rodrigo Diaz Olmos

Intervenções comunitárias para a redução da pressão arterial (Livre)
Rodrigo Diaz Olmos
Euclides F. de A. Cavalcanti

Abordagem de pacientes moradores em casa de repouso no P.S.
Rodrigo Diaz Olmos

Identificação de crianças de baixo risco de lesão cerebral após trauma de crânio
Euclides F. de A. Cavalcanti
Flávia J. Almeida

Da cirurgia de redução à redução das cirurgias

Volta e meia aparece no noticiário os nomes de pessoas conhecidas que se submeteram à cirurgia bariátrica (ou de redução de estômago), como o apresentador global Faustão, o secretário do senado Heráclito Fortes, o eterno playboy Chiquinho Scarpa (que quase morre de infecção hospitalar), o campeão de peso-pesado Adilson Maguila e tantos outros. Ver a quantidade de pessoas que fizeram este tipo de cirurgia faz-nos questionar se talvez este procedimento não esteja ficando banalizado. Será? Pense aí: você, que está lendo este post, deve conhecer umas 2, 3 ou 4 pessoas que fizeram a cirurgia do estômago. E, dentre estes, anônimos ou celebridades, quantos será que realmente precisavam se submeter a cirurgia?

Esta tabela classifica a obesidade pelo IMC (índice de massa corpórea, obtido através do cálculo da razão entre peso e altura ao quadrado) e suas diferentes faixas de risco, e pode dar-nos uma noção de quando a obesidade realmente é caso de cirurgia.

Não nos compete julgar, mesmo porque desconhecemos os quadros clínicos de cada paciente. Mas precisamos sempre estar preparados para separar o joio do trigo. A cirurgia bariátrica, em todas as suas variações e técnicas diferenciadas, não pode ser tratada como procedimento estético. A questão da obesidade precisa ser abordada como o assunto sério que é, pois tornou-se um dos mais graves problemas de saúde dos últimos 20 anos, trazendo consigo diversas doenças associadas, como o diabetes, a hipertensão, as doenças cardiovasculares (infarto, derrame, etc), as doenças osteoarticulares, a colelitíase e alguns tipos de câncer.

Importante é buscar o equilíbrio, uma alimentação balanceada, acompanhada de exercícios para não se chegar ao índice preocupante de IMC. Chegando-se a uma faixa de risco, pode-se sempre mudar os hábitos alimentares e praticar exercícios, sempre com acompanhamento médico. Só em casos de muita gravidade a cirurgia deve ser a opção.

Para ajudar o paciente obeso a sanar suas dúvidas, o livro Dieta ou Cirurgia, de Bárbara Thompsom, faz um amplo panorama das características e consequências de cada tipo de procedimento. Além de avaliações de quem já passou por esta batalha, o livro dá dicas para uma adaptação saudável e tranquila. Fica aqui a nossa indicação de leitura, juntamente com mais um saudável convite à reflexão.

Silenciosa e mais presente do que se imagina


A Hepatite C, que atinge de 2 a 3 milhões de pessoas do Brasil, se propaga pelo contato direto do sangue com o agente transmissível. O vírus, após infectar o corpo, fica alojado principalmente no fígado, onde se reproduz e se perpetua.
De acordo com o Ministério da Saúde, 80% dos pacientes infectados pela hepatite C não conseguem eliminar o vírus, evoluindo para formas crônicas da doença, enquanto os 20% restantes conseguem eliminar o vírus em média de seis meses desde o início da infecção.
As formas mais comuns de contrair a Hepatite C são por meio do compartilhamento de agulhas para uso de drogas injetáveis, relação sexual, aplicação de piercing ou mesmo através da realização de uma simples tatuagem com material mal esterilizado.
O problema é que muitos portadores da doença não apresentam os sintomas mais comuns, como fadiga, náusea, febre, perda de apetite, dor de estômago e diarréia. Alguns também podem apresentar olhos e pele amarelados e urina amarela escura.
A melhor maneira de tratar a doença é quando há um diagnóstico precoce; e isso pode ser feito através de um simples exame de sangue. Mais uma vez, o velho e bom check-up anual mostra-se fundamental para a manutenção da boa saúde.

Peeling de Fenol

Esta técnica de tratamento para o envelhecimento da pele tem resultados extraordinários. E, motivo de orgulho para os brasileiros: é fruto das pesquisas de vanguarda do médico brasileiro José Kacowicz, que desenvolveu uma série de peelings fenólicos de alto desempenho e baixíssima toxidade.

O fenol é o agente de peeling que apresenta os mais exuberantes resultados, incontestavelmente, na reorganização do colágeno da pele. Não há, até o momento, outro agente que o supere em qualidade. As novas tecnologias desenvolvidas pelo Dr. Kacowicz fazem com que o fenol esteja muito atenuado e também pré-oxidado, penetrando na pele mais devagar. Sua formulação também faz com que o ácido não evapore ao ser aplicado, evitando a necessidade de enfaixar o rosto das pecientes – o que se traduz em mais conforto e praticidade, além de permitir um acompanhamento mais qualitativo.

O procedimento é ambulatorial e indolor, e não requer anestesia, internação, antibióticos ou antiinflamatórios. E os resultados, como você pode ver na foto abaixo, são incríveis.










Em breve estaremos entrevistando aqui no Blog da Biogênesis o médico que trouxe esta técnica para Fortaleza, o Dr. Glauco Almeida. Aguarde!

Adiada a votação do projeto do Ato Médico na Comissão de Educação

O portal FENAM informou ontem, que foi adiada para a próxima quarta-feira, 07/10, a votação do Projeto de Lei 7.703/06, que dispõe sobre o exercício da medicina, na Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara dos Deputados.

O pedido de adiamento foi feito pelo deputado Eleuses Paiva (DEM/SP). Ele entendeu que antes de o projeto ser votado, é preciso que ocorra uma ampla discussão entre os representantes de todas as categorias de saúde envolvidos no projeto.

Leia também a íntegra da nota no site da FENAM

Semana da Enfermagem

Nesta semana, do dia 18 à 22 de maio é comemorado a semana da Enfermagem.

O grupo Biogênesis parabeniza a todos os profissionais da área: Enfermeiros(as), Técnicos e auxiliares e deseja que tenham sempre força para cumprir essa missão tão importante, de ajudar a salvar vidas e contribuir para o bem estar das pessoas, amenizando a dor, levando conforto e carinho aos pacientes nos momentos mais difíceis.