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Comunicação visual na construção de edifícios de saúde


Embora não sejam obrigatórios, alguns padrões de construção já foram assimilados pelas pessoas que transitam por ambientes de saúde e podem facilitar a comunicação visual nos hospitais.

No manual “Condições Ambientais de Leitura Visual”, publicado pela Anvisa, a arquiteta Maria Elaine Kohlsdorf enumera algumas associações morfológicas que ajudam pacientes, visitantes e funcionários a encontrarem seu caminho pelo hospital:


• Acessos de público pela via principal do lote do hospital ou do posto de saúde, e os de pessoal e insumos, pelas vias secundárias;

• Acessos destinados ao público mais claros, individualizados e dominantes na composição do conjunto do que os acessos de pessoal e insumos;

• Localização do Ambulatório e da Emergência, assim como de seus acessos, mais próxima à via principal de acesso ao lote do estabelecimento de saúde;

• Localização dos Serviços Gerais de Apoio junto às vias secundárias de acesso ao lote do estabelecimento de saúde ou nos fundos;

• Localização dos departamentos de Diagnóstico e Tratamento próxima ao Ambulatório;

• Localização do Bloco Cirúrgico (UTI, Centros Cirúrgico e Obstétrico) próxima à Emergência e à Internação;

• Volumetria com predominância da dimensão horizontal é mais facilmente associável a Ambulatório, Emergência e Serviços Gerais de Apoio;

• Volumetria com predominância da dimensão vertical é geralmente associada apenas à Internação.

(Saiba mais aqui.)

Sobre a baixa imunidade

Se sintomas de gripe, como febre e falta de disposição, se repetem muito em sua vida, fique alerta. Doenças que não se curam em definitivo, que reincidem mesmo após um tratamento receitado por médico... Quem sabe não estaria na hora de analisar como anda sua imunidade? É bom ficar esperto, pois uma baixa no sistema imunológico pode abrir as portas do seu organismo para uma série de doenças, alergias e infecções.

Entre as células do sistema imunológico estão os glóbulos brancos, também chamados de leucócitos, que têm a função de combater agentes causadores de doenças, capturando os microorgamismos estranhos ao organismo. São elas, também, que produzem anticorpos contra doenças. No entanto, alguns fatores podem diminuir a quantidade dessas células de defesa no sangue, nos deixando mais desprotegidos.

As causas da baixa imunidade podem ser várias. Destacamos aqui as principais:
- Doenças Infecciosas: HIV, febre amarela, dengue, etc.
- Distúrbios Nutricionais: Falta de macro ou micronutrientes como vitaminas, sais minerais e aminoácidos.
- Doenças linfoproliferativas: doenças do sangue, como leucemias ou linfomas.
- Distúrbios hormonais: excesso ou ausência de cortisol ou cortisona.
- Doenças Reumatológicas: lúpus, artrite reumatóide, etc.
- Uso de Medicamentos: uso de glicocorticóides ou cortisona em altas doses e por longo tempo, além de outros medicamentos como sais de ouro, Metrotrexate, etc.
- Alergias: no caso específico das Alergias, existe um desbalanço da imunidade e não baixa – significa que o sistema imunológico está redirecionado a reagir com substâncias as quais está desenvolvendo alergias, deixando de agir contra certas infecções oportunistas e outras.
- Distúrbios do sono: a falta de sono de qualidade pode baixar a imunidade.

Além destas causas, também o stress e uma alimentação incorreta podem acarretar a baixa de imunidade. Estas são, aliás, algumas das mais comuns e corriqueiras causadoras da baixa do sistema imunológico, devido às características do cotidiano moderno.

Por isso vale dar uma boa analisada no seu estilo de vida e na sua alimentação. Com anda o seu dia a dia? Você tem se alimentado corretamente? Qualidade de vida está diretamente ligada à qualidade do que se coloca no prato, sabia? Além disso, gordura demais ou de menos no corpo são elementos que influenciam de forma definitiva na questão da imunidade.
Está comprovado que consumir legumes, frutas e verduras regularmente, além de grãos e peixes, faz um bem enorme à imunidade. Açúcares e doces em excesso reduzem a atividade do sistema imunológico em até 5 horas após sua ingestão. Pães, massas e arroz branco devem ser substituídos por suas versões integrais.

As vitaminas são, sem dúvida, grandes aliadas no combate à baixa imunidade. A vitamina A, por exemplo, fortalece a resposta imunológica, principalmente em se tratando de viroses infantis. A vitamina C possui efeito estimulador sobre os glóbulos brancos (leucócitos). A vitamina E aumenta a imunidade principalmente nos idosos, enquanto o complexo B aumenta a quantidade e a atividade dos anticorpos.

Mas nada de sair correndo para a farmácia a comprar vitaminas! Deve-se primeiro buscar a ajuda de um médico. Pode ser um clínico geral, um infectologista, um homeopata. Não importa a linha, o importante é que você não se aventure a resolver um assunto tão sério como este por conta própria.

Simples e eficaz

50% das infecções hospitalares reduzidas após implantação do sistema de higienização das mãos.
Há 15 anos a Organização Mundial de Saúde implantou um sistema de higienização em um hospital de Genebra, na Suiça, na tentativa de reduzir a taxa de infecção hospitalar. O resultado é uma cobertura segura de 87% da população mundial através da prática e cultura da implantação do álcool em gel em lugares estratégicos de contato entre o paciente e o prestador de serviço.

A OMS registrou em sua base de dados no último dia 4 de maio a aderência do sistema em mais de 13 mil hospitais espalhados pelo mundo. "Nossa meta era alcançar nesse período ao menos 10 mil hospitais e o que constatamos é uma aderência que se estende a mais de três milhões de leitos", conta o membro do Conselho Diretor da OMS, Didier Pittet.

A superação da meta estimada para maio de 2010 se deve as campanhas lançadas pela própria organização como, por exemplo, a "parede falante" - lembretes sobre a importância da lavagem das mãos foram espalhados pelas paredes dos hospitais como meta de conscientização dos profissionais da saúde.

Para Pittet, o monitoramento da higienização também é uma das estratégias da OMS. "Por meio de acompanhamento das infecções hospitalares depois das práticas adotadas pelas instituições chegamos a uma redução de 50%. Além disso, oito anos após lançarmos esse sistema nós calculamos o custo x eficácia da implantação do álcool em gel nas unidades de saúde e provamos facilmente a nível nacional na Inglaterra que a redução de infecções existe, sim", completa o executivo ao informar que cerca de 1,4 milhão de pacientes no mundo estão adquirindo infecções hospitalares.

Depois de comprovar a eficácia do sistema de higienização das mãos para uma cultura de segurança nas unidades de saúde, a OMS criou diretrizes oficiais para serem seguidas por todos os hospitais. "Conseguimos que 135 países aderissem a essa adoção universal", confirma Pittet.
(fonte: Saúde Business Web – artigo de Thaia Duó)

Marketing Médico

Excelente artigo do palestrante, professor e consultor de estratégias de comunicação e marketing, Mario Persona. Vamos "copiar" aqui um pequeno trecho, com o link de origem no final para quem se interessar em ler a matéria completa. Fica a indicação de uma leitura mais atenta. Principalmente se você é médico e tem certos pruridos em quebrar certos paradigmas da profissão. Boa leitura.
... "Há cinqüenta anos os antibióticos eram manchete, transplantes eram ficção e as pessoas iam ao médico para fugir da morte. Hoje as pessoas vão ao médico em busca de qualidade de vida, renovação estética e felicidade longeva, os consultórios viraram confortáveis salas de estar, e as manchetes reservaram seu espaço para as pílulas azuis.

O médico já não poderá continuar atendendo como fazia no passado. Agora ele está competindo com o celular, o automóvel ou aquele SPA numa ilha paradisíaca, todos prometendo uma vida feliz e cheia de significado.

É claro que nos bastidores a medicina continua a mesma, muito mais moderna, mas a forma de traduzir isso para o cliente é que muda. O que o cliente de hoje quer é ser feliz. Como fazer essa tradução? É aí que entra o marketing médico.

O marketing começa com um diagnóstico, algo que todo bom médico é capaz de fazer. Qual é o seu mercado - leia-se pessoas - e o que esse mercado deseja? Uma vez detectadas as necessidades, desejos e expectativas das pessoas, o próximo passo é descobrir quais competências do médico podem ser traduzidas como benefícios para esse mercado." ...

Leia o artigo completo aqui.

Humanizar é preciso

Embora simples, muitos procedimentos realizados em clínicas e laboratórios acabam expondo os pacientes a um alto nível de stress e ansiedade. Mas existem ferramentas simples e importantes para tranquilizar os pacientes e até mesmo reduzir o uso de sedativos: um bom layout do local, decoração e distrações visuais e auditivas são exemplos. Privacidade também é um aspecto fundamental a ser levado em conta nas áreas de procedimentos, evitando salas de espera muito cheias, salas com paredes muito finas e macas ou leitos desconfortáveis e sem separação.
Para uma área de procedimentos mais humanizada, trazendo maior satisfação aos pacientes, sugerimos:
• Distrações audiovisuais, como música, TV e, em alguns casos, acesso à internet;
• Iluminação natural;
• Vista para a natureza;
• Salas que garantam a confidencialidade dos procedimentos, evitando o vazamento de sons ou a visualização do que acontece naquele ambiente;
• Espaços adequados para acomodar os familiares;
• Espaço suficiente para o trabalho de todos os profissionais da equipe;
• Músicas que induzam ao relaxamento.

(Saiba mais: http://clinicdesign.healthdesign.org)

Efeito nocebo

A título de curiosidade, aqui entre nós, você já tinha ouvido falar em “efeito nocebo”? Agora, em “efeito placebo” sim, certo? Pois é. Como muitos já sabem, o “efeito placebo” é a propriedade de um fármaco sem princípio ativo trazer benefícios terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos causados no paciente, por acreditar que está sendo realmente tratado. Já o "efeito nocebo" é justamente o contrário. Ou seja, é quando o paciente acredita que o fármaco vai causar algum efeito danoso, ao invés de benéfico. Nesse caso, o paciente relata eventos adversos causados pela simples sugestão de que o que está tomando pode causar algum mal ou desconforto.

Veja só que interessante o que a mente humana é capaz de produzir. Os pesquisadores Schweiger e Parducci fizeram um estudo com um grupo de 34 estudantes universitários. Disseram a eles que uma corrente elétrica estava atravessando o seu cérebro. Na realidade, a corrente elétrica não existia, mas cerca de dois terços deles queixaram-se de dores de cabeça mais ou menos intensas. Outros estudiosos californianos chegaram ao mesmo resultado, submetendo estudantes a dois estímulos absolutamente idênticos, porém apresentados um como inofensivo e outro como potencialmente nocivo e doloroso. Os estudantes sentiram dor exatamente durante o estímulo apresentado como tal.

Cupons de descontos: médicos beneficiam pacientes ou laboratórios?

A Resolução CFM (Conselho Federal de medicina) de número 1.939/2010 diz claramente:


“É vedado ao médico participar, direta ou indiretamente, de qualquer espécie de promoção relacionada com o fornecimento de cupons ou cartões de descontos aos pacientes, para a aquisição de medicamentos.”

Apesar das várias justificativas que o CFM apresentou para a mesma, a resolução já está virando motivo de controvérsia entre os médicos brasileiros.

Uma delas é que, ao exercer a medicina, os profissionais estão proibidos de tirar quaisquer vantagens sobre a comercialização de medicamentos. Também não podem interagir com farmácias, óticas ou outras empresas do segmento.

No entanto, muitos profissionais de medicina costumam ver os cupons de desconto como uma ajuda ao paciente, beneficiando aqueles que precisam comprar muitos medicamentos caros.

Com o preço dos medicamentos atualmente, não há dúvida que este tema ainda dará muito o que falar. O que você acha? Deixe sua opinião nas enquetes ao lado. Atenção: uma delas é para médicos, outra não.

(Veja aqui a resolução do CFM na íntegra.)

Uma boa notícia: 3 em cada 4 estudantes de medicina confiam na integração das terapias


Foi a maior pesquisa sobre MCA (Medicina Complementar e Alternativa) feita até hoje em todo o mundo. Os cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisaram sobre a confiança que os estudantes de medicina têm em relação à Medicina Complementar e à Medicina Alternativa. E descobriram que três em cada quatro estudantes de medicina acreditam que a medicina ocidental tradicional pode se beneficiar com a integração das terapias e das práticas das medicinas complementar e alternativa. E que isto não é um fenômeno local, muito pelo contrário.
"A integração das MCA nos cuidados da saúde é hoje um fenômeno global, com os tomadores de decisões políticas de mais alto nível endossando a importância de uma forma historicamente marginalizada de cuidar da saúde."
(Dr. Ryan Abbott, um dos autores do estudo).
A MCA, Medicina Complementar e Alternativa, inclui terapias como massagens, ioga, acupuntura, fitoterapia e várias outras, muitas herdadas da tradição oriental. É caracterizada por uma abordagem holística e individualizada no atendimento ao paciente.
Nós, da Biogênesis, acreditamos na ampla capacidade do ser humano. Por isso, também confiamos na integração das terapias, na integração do tradicional e do alternativo, na integração de ocidente e oriente. Enfim, nós acreditamos em uma integração saudável entre todos os seres viventes.
(Fonte: Diário da Saúde – Imagem: olx.pt)

Artigos Científicos - Top 10 de 2009

Confira os dez melhores artigos científicos do ano que passou, segundo o portal Medicina|NET. Visite o site para ler os artigos completos.


Beta-bloqueador e estatina no perioperatório de pacientes com risco intermediário
Rodrigo Diaz Olmos

Consumo de sal ao redor do mundo (Livre)
Euclides F. de A. Cavalcanti
Rodrigo Diaz Olmos

Testes diagnósticos na avaliação de síncope em idosos
Euclides F. de A. Cavalcanti

Tratamento precoce dos ataques isquêmicos transitórios (Estudo EXPRESS) (Livre)
Rodrigo Diaz Olmos

Inibidores de bomba de prótons e pneumonia hospitalar
Euclides F. de A. Cavalcanti

Lombalgia - estudo rotineiro de imagem não melhora o prognóstico (Livre)
Rodrigo Diaz Olmos

Estatinas para a prevenção primária
Rodrigo Diaz Olmos

Intervenções comunitárias para a redução da pressão arterial (Livre)
Rodrigo Diaz Olmos
Euclides F. de A. Cavalcanti

Abordagem de pacientes moradores em casa de repouso no P.S.
Rodrigo Diaz Olmos

Identificação de crianças de baixo risco de lesão cerebral após trauma de crânio
Euclides F. de A. Cavalcanti
Flávia J. Almeida

Da cirurgia de redução à redução das cirurgias

Volta e meia aparece no noticiário os nomes de pessoas conhecidas que se submeteram à cirurgia bariátrica (ou de redução de estômago), como o apresentador global Faustão, o secretário do senado Heráclito Fortes, o eterno playboy Chiquinho Scarpa (que quase morre de infecção hospitalar), o campeão de peso-pesado Adilson Maguila e tantos outros. Ver a quantidade de pessoas que fizeram este tipo de cirurgia faz-nos questionar se talvez este procedimento não esteja ficando banalizado. Será? Pense aí: você, que está lendo este post, deve conhecer umas 2, 3 ou 4 pessoas que fizeram a cirurgia do estômago. E, dentre estes, anônimos ou celebridades, quantos será que realmente precisavam se submeter a cirurgia?

Esta tabela classifica a obesidade pelo IMC (índice de massa corpórea, obtido através do cálculo da razão entre peso e altura ao quadrado) e suas diferentes faixas de risco, e pode dar-nos uma noção de quando a obesidade realmente é caso de cirurgia.

Não nos compete julgar, mesmo porque desconhecemos os quadros clínicos de cada paciente. Mas precisamos sempre estar preparados para separar o joio do trigo. A cirurgia bariátrica, em todas as suas variações e técnicas diferenciadas, não pode ser tratada como procedimento estético. A questão da obesidade precisa ser abordada como o assunto sério que é, pois tornou-se um dos mais graves problemas de saúde dos últimos 20 anos, trazendo consigo diversas doenças associadas, como o diabetes, a hipertensão, as doenças cardiovasculares (infarto, derrame, etc), as doenças osteoarticulares, a colelitíase e alguns tipos de câncer.

Importante é buscar o equilíbrio, uma alimentação balanceada, acompanhada de exercícios para não se chegar ao índice preocupante de IMC. Chegando-se a uma faixa de risco, pode-se sempre mudar os hábitos alimentares e praticar exercícios, sempre com acompanhamento médico. Só em casos de muita gravidade a cirurgia deve ser a opção.

Para ajudar o paciente obeso a sanar suas dúvidas, o livro Dieta ou Cirurgia, de Bárbara Thompsom, faz um amplo panorama das características e consequências de cada tipo de procedimento. Além de avaliações de quem já passou por esta batalha, o livro dá dicas para uma adaptação saudável e tranquila. Fica aqui a nossa indicação de leitura, juntamente com mais um saudável convite à reflexão.

Silenciosa e mais presente do que se imagina


A Hepatite C, que atinge de 2 a 3 milhões de pessoas do Brasil, se propaga pelo contato direto do sangue com o agente transmissível. O vírus, após infectar o corpo, fica alojado principalmente no fígado, onde se reproduz e se perpetua.
De acordo com o Ministério da Saúde, 80% dos pacientes infectados pela hepatite C não conseguem eliminar o vírus, evoluindo para formas crônicas da doença, enquanto os 20% restantes conseguem eliminar o vírus em média de seis meses desde o início da infecção.
As formas mais comuns de contrair a Hepatite C são por meio do compartilhamento de agulhas para uso de drogas injetáveis, relação sexual, aplicação de piercing ou mesmo através da realização de uma simples tatuagem com material mal esterilizado.
O problema é que muitos portadores da doença não apresentam os sintomas mais comuns, como fadiga, náusea, febre, perda de apetite, dor de estômago e diarréia. Alguns também podem apresentar olhos e pele amarelados e urina amarela escura.
A melhor maneira de tratar a doença é quando há um diagnóstico precoce; e isso pode ser feito através de um simples exame de sangue. Mais uma vez, o velho e bom check-up anual mostra-se fundamental para a manutenção da boa saúde.

Peeling de Fenol

Esta técnica de tratamento para o envelhecimento da pele tem resultados extraordinários. E, motivo de orgulho para os brasileiros: é fruto das pesquisas de vanguarda do médico brasileiro José Kacowicz, que desenvolveu uma série de peelings fenólicos de alto desempenho e baixíssima toxidade.

O fenol é o agente de peeling que apresenta os mais exuberantes resultados, incontestavelmente, na reorganização do colágeno da pele. Não há, até o momento, outro agente que o supere em qualidade. As novas tecnologias desenvolvidas pelo Dr. Kacowicz fazem com que o fenol esteja muito atenuado e também pré-oxidado, penetrando na pele mais devagar. Sua formulação também faz com que o ácido não evapore ao ser aplicado, evitando a necessidade de enfaixar o rosto das pecientes – o que se traduz em mais conforto e praticidade, além de permitir um acompanhamento mais qualitativo.

O procedimento é ambulatorial e indolor, e não requer anestesia, internação, antibióticos ou antiinflamatórios. E os resultados, como você pode ver na foto abaixo, são incríveis.










Em breve estaremos entrevistando aqui no Blog da Biogênesis o médico que trouxe esta técnica para Fortaleza, o Dr. Glauco Almeida. Aguarde!

A relação médico-paciente

As pessoas, em sua grande maioria, utilizam os serviços da área de saúde para amenizar uma dor, controlar uma doença ou ser curada, mesmo que, em muitos casos, não seja possível a cura através da medicina.

O médico, diante destes fatos, tem em seu consultório uma lista de clientes com um vasto repertório de doenças. Cabe a ele, e tão somente a sua profissão, estudada e pesquisada durante anos, a buscar as melhores formas para atendê-los.

Existem empresas especializadas em Consultoria Empresarial que trabalham desde a parte de gestão de atendimento - não só da clínica, mas também do médico - até o trabalho de marketing da empresa. Cito como exemplo a Biogênesis, que vem conquistando mercado ao trabalhar nestes dois tipos de serviços.

Isso não é utopia, e passou a ser exigência dos consumidores. Assim, quem não estiver atendo as mudanças exigidas pelo mercado, certamente estará atrás dos seus concorrentes ou ficará estagnado num modelo arcaico da relação entre médico-paciente. A hora agora é de formar parceria com os seus clientes. Assim, todos terão os melhores retornos possíveis.

Sobre o Autor:
Elias Hissa Neto, Diretor das empresas Biogênesis e Pesquisamed, com mais de 10 anos de experiência na área comercial. Trabalhou com empresas de médio e grande porte na área de terceirização de serviços nos segmentos público e privado, fazendo atualmente também parte da Direção de Marketing do Grupo Dínamo.
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Profissionalização das clínicas médicas

A grande maioria das instituições de saúde existentes é formada por empresas de pequeno e médio porte, normalmente clínicas especializadas, policlínicas e centros de apoio ao diagnóstico (serviços de Imagem e laboratórios). Caminhando a passos lentos, a profissionalização da gestão dessas empresas ainda é precária.

Isso ocorre devido ao escasso número de profissionais ou empresas capacitadas para realizar a gestão dessas empresas da área de saúde. Sabendo dessa demanda existente, criamos uma empresa chamada Biogênesis, cujo foco é a gestão de clínicas médicas.

Nosso trabalho iniciou voltado á área de atendimento e agora estamos desenvolvendo novos treinamentos gerenciais - liderança e marketing - para capacitarmos os gestores dessas empresas a gerirem o seu negócio de forma mais eficaz e profissional.

E como fazer isso? O primeiro trabalho a ser realizado é o de padronização do atendimento da clínica. É pela recepção e telefone por onde é iniciado o faturamento da empresa – através de marcação de consultas – e por onde termina o atendimento ao cliente. Treinando, implantando processos de trabalho definidos e acompanhando, conseguimos padronizar o atendimento da área da recepção.

Feito isso, partimos para a segunda etapa que é o início do marketing de relacionamento com os clientes. Fazemos uma listagem de todo o banco de dados da clínica e criamos uma política de relacionamento. Definimos quais ações serão realizadas e iniciamos junto aos clientes esse trabalho de forma que eles estejam sempre satisfeitos e retornem sempre a clínica com um alto grau de satisfação.